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.Carolina


"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..." Carolina é um misto de mulher-menina. Quando pequena brincava de ser gente grande. Até que um dia cresceu e teve que escolher o que iria fazer para o resto da vida. Formou-se Jornalista. É vanguardista. É utópica. Porque é de Aquário. Vive um Conto de Fadas. Vislumbra habitar um Mundo Perfeito. Contempla as maravilhas da Natureza. Acredita no poder do Homem. Com o tempo aprendeu que para viver (bem) é preciso respeitar o outro. Carrega no coração um desejo incontrolável de ser feliz. Não pode passar por esta vida sem ser mãe. Experiência que sonha viver até o fim de seus dias. Escreve para se esconder nas palavras. Já se arrependeu do que fez. E do que deixou de fazer. Cansou de se castigar. Deixou de se culpar. Desconhece o limite dos seus sentimentos. Conhece os seus defeitos. Reconhece os seus erros. Sabe pedir desculpas. É uma rebelde sem causa. Não sabe o que quer da vida. Prefere pensar assim. E isso lhe faz procurar respostas. Sempre observando as coisas do mundo. Usa mais a Emoção do que a Razão. Um difícil desafio de equilibrar atos e atitudes. Sente orgulho da sua família. Cultiva amizades verdadeiras. Alimenta um amor puro. O Tempo é o seu mestre. Desde que saiu da Caverna de Platão. Enxerga o mundo com olhos de menina. Enxerga o mundo com olhos de mulher.
A Prιи¢єsα. ツ


"A grande ambição das mulheres é inspirar o Amor." Molière

"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida." Vinícius de Moraes

"Não se nasce mulher, torna-se mulher." Simone de Beauvoir




//Meu passado

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//Créditos


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Segunda-feira, Novembro 26, 2007





8 semanas de gestação.
Falta 1 mês para o casamento.


por Carol * 13:25 Deixe aqui o seu fragmento:

Sexta-feira, Outubro 26, 2007




Declaração feita por...

Ele: Amor...
Eu: oi.
Ele: Eu quero te dizer que na minha vida...
Ele: nada importa sem você.
Ele: Te quero muito mais que ontem...
Ele: e hoje muito menos que amanhã.
Ele: Não posso e nem tento disfraçar...
Ele: É tão bonito a gente se entregar.
Ele: Como é bonito, é tão bonito amar.
Ele: :D
Eu: E que seja eterno por todo o sempre... Amém!



por Carol * 12:18 Deixe aqui o seu fragmento:

Quinta-feira, Outubro 18, 2007



Fragmentos de Kafka
"Escrever como forma de oração"

Hoje eu abri o meu e-mail e me deparei com a agradável surpresa de ler uma "crítica literária" de um texto que escrevi há muito tempo, quando era colunista em um site.


Olá Carolina, espero antes de tudo que este simplório e-mail te chegue, ainda mais que possa respondê-lo. Tenho lido seus textos no ***, de fato mostra sua sensibilidade e conhecimento das coisas; "Cartas de Amor", um texto que merece um comentário particular meu; chamou-me atenção o paradoxo apresentado entre a fronteira do ridículo e do sensato. Mas, afinal, escrever cartas de amor que significado tem? Para o espectador que não faz parte da história, nenhum sentido encontra. Aos protagonistas da saga, talvez creiam haver. Como bem disse a linda autora, tudo vale, desde que haja o exagero em forma de declaração o "pedaço das emoções" do destinatário a pessoa amada. No entanto, tudo isso seria mero capricho se não fosse uma sacada: quanto de ridículo há em tudo isso?! a pergunta ou a exclamação já desfacela o encanto desse amor contido na carta com seu racionalismo frio e cínico muito comum dos tempos modernos. Mas eis que aparece o gênio e você o cita com precisão: "As cartas de amor, se há amor,Têm de ser Ridículas". O que se entende por ridículo atualmente é fruto de uma geração pouco encontrada consigo mesma e, portanto, insensata. Daí a questão: O que é ridículo e o que é sensato? As paixões insaciáveis já sufocam o bastante e por tempos enterram sentimentos que outrora eram nobres, hoje não passam de gozações. O poeta é peremptório, amar é ser ridículo; e sensato o que é? Deixe-me abster dessa conclusão, talvez ela esteja intrínseca ou ainda não exista como tantas coisas irreais que me circunda.




por Carol * 23:54 Deixe aqui o seu fragmento:

Terça-feira, Outubro 09, 2007



De volta pra casa
Meu irmão veio passar o feriado com a gente.
Como é bom poder abraçá-lo e beijar o "bochechão" dele.
A minha mãe foi passar uma temporada com ele e depois a minha cunhada passou férias lá.
Eu não posso ir tão cedo por causa do meu trabalho.
E espero que ele volte para casa antes de chegar a minha vez de ir visitá-lo.
Afinal, eu já conheço aquele lugar e quero ele perto da nossa família.



por Carol * 19:58 Deixe aqui o seu fragmento:

Quinta-feira, Julho 26, 2007



Tempo de mudanças
Meu irmão foi embora para a "ilha de pedra".
Pensamento meu: agora eu tenho alguém que mora longe.
Palavras de uma amiga: não, não... Agora você tem casa, comida e roupa lavada em outro estado! E uma considerável saudade também!


É o Jogo do Contente.



por Carol * 23:21 Deixe aqui o seu fragmento:

Domingo, Julho 22, 2007



Mafalda, a bonequinha do vidro.



Presente do meu namorado.


por Carol * 17:16 Deixe aqui o seu fragmento:

Sábado, Julho 21, 2007

Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar!

Anuncio a minha volta.
Abri as cortinas do meu palco.
A minha personagem Carolina sentiu falta de exercitar a alma.
Por isso ela retornou às palavras. No momento precisa fincar uma raiz.
Quem a conhece (bem) sabe o quanto ela escreveu aqui.
Seu passado o vento levou para um lugar que não existe.
Ela sente prazer em se desfazer do que não mais precisa.
Por muito tempo (anos) este foi o meu canto.
O meu esconderijo secreto que foi descoberto.
Eu me apaixonei perdidamente pelo meu blog.
Cuidei com muito amor e sempre me preocupei com a forma e o conteúdo.
Era uma relação fiel a que eu tinha com este diário virtual.
Ele foi o meu divã. Onde eu derramei lágrimas e estampei sorrisos.
Aqui eu sonhei bem alto voando livre como um pássaro.

Lembra das minhas boas-vindas? "Bom apetite!".



por Carol * 01:48 Deixe aqui o seu fragmento:

Sábado, Novembro 04, 2006

Memórias Póstumas

"Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha
própria vida." Clarice Lispector


por Carol * 00:22 Deixe aqui o seu fragmento: