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Segunda-feira, Novembro 26, 2007
8 semanas de gestação.
Falta 1 mês para o casamento.
por Carol * 13:25
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Sexta-feira, Outubro 26, 2007
Declaração feita por...
Ele: Amor...
Eu: oi.
Ele: Eu quero te dizer que na minha vida...
Ele: nada importa sem você.
Ele: Te quero muito mais que ontem...
Ele: e hoje muito menos que amanhã.
Ele: Não posso e nem tento disfraçar...
Ele: É tão bonito a gente se entregar.
Ele: Como é bonito, é tão bonito amar.
Ele: :D
Eu: E que seja eterno por todo o sempre... Amém!
por Carol * 12:18
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Quinta-feira, Outubro 18, 2007
Fragmentos de Kafka
"Escrever como forma de oração"
Hoje eu abri o meu e-mail e me deparei com a agradável surpresa de ler uma "crítica literária" de um texto que escrevi há muito tempo, quando era colunista em um site.
Olá Carolina, espero antes de tudo que este simplório e-mail te chegue, ainda mais que possa respondê-lo. Tenho lido seus textos no ***, de fato mostra sua sensibilidade e conhecimento das coisas; "Cartas de Amor", um texto que merece um comentário particular meu; chamou-me atenção o paradoxo apresentado entre a fronteira do ridículo e do sensato. Mas, afinal, escrever cartas de amor que significado tem? Para o espectador que não faz parte da história, nenhum sentido encontra. Aos protagonistas da saga, talvez creiam haver. Como bem disse a linda autora, tudo vale, desde que haja o exagero em forma de declaração o "pedaço das emoções" do destinatário a pessoa amada. No entanto, tudo isso seria mero capricho se não fosse uma sacada: quanto de ridículo há em tudo isso?! a pergunta ou a exclamação já desfacela o encanto desse amor contido na carta com seu racionalismo frio e cínico muito comum dos tempos modernos. Mas eis que aparece o gênio e você o cita com precisão: "As cartas de amor, se há amor,Têm de ser Ridículas". O que se entende por ridículo atualmente é fruto de uma geração pouco encontrada consigo mesma e, portanto, insensata. Daí a questão: O que é ridículo e o que é sensato? As paixões insaciáveis já sufocam o bastante e por tempos enterram sentimentos que outrora eram nobres, hoje não passam de gozações. O poeta é peremptório, amar é ser ridículo; e sensato o que é? Deixe-me abster dessa conclusão, talvez ela esteja intrínseca ou ainda não exista como tantas coisas irreais que me circunda.
por Carol * 23:54
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Terça-feira, Outubro 09, 2007
De volta pra casa
Meu irmão veio passar o feriado com a gente.
Como é bom poder abraçá-lo e beijar o "bochechão" dele.
A minha mãe foi passar uma temporada com ele e depois a minha cunhada passou férias lá.
Eu não posso ir tão cedo por causa do meu trabalho.
E espero que ele volte para casa antes de chegar a minha vez de ir visitá-lo.
Afinal, eu já conheço aquele lugar e quero ele perto da nossa família.
por Carol * 19:58
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Quinta-feira, Julho 26, 2007
Tempo de mudanças
Meu irmão foi embora para a "ilha de pedra".
Pensamento meu: agora eu tenho alguém que mora longe.
Palavras de uma amiga: não, não... Agora você tem casa, comida e roupa lavada em outro estado! E uma considerável saudade também!
É o Jogo do Contente.
por Carol * 23:21
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Domingo, Julho 22, 2007
Mafalda, a bonequinha do vidro.
Presente do meu namorado.
por Carol * 17:16
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Sábado, Julho 21, 2007
Senhoras e senhores, o espetáculo vai começar!
Anuncio a minha volta.
Abri as cortinas do meu palco.
A minha personagem Carolina sentiu falta de exercitar a alma.
Por isso ela retornou às palavras. No momento precisa fincar uma raiz.
Quem a conhece (bem) sabe o quanto ela escreveu aqui.
Seu passado o vento levou para um lugar que não existe.
Ela sente prazer em se desfazer do que não mais precisa.
Por muito tempo (anos) este foi o meu canto.
O meu esconderijo secreto que foi descoberto.
Eu me apaixonei perdidamente pelo meu blog.
Cuidei com muito amor e sempre me preocupei com a forma e o conteúdo.
Era uma relação fiel a que eu tinha com este diário virtual.
Ele foi o meu divã. Onde eu derramei lágrimas e estampei sorrisos.
Aqui eu sonhei bem alto voando livre como um pássaro.
Lembra das minhas boas-vindas? "Bom apetite!".
por Carol * 01:48
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Sábado, Novembro 04, 2006
Memórias Póstumas
"Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha
própria vida." Clarice Lispector
por Carol * 00:22
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